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O que é Sangramento Uterino Anormal (SUA)?
Estima-se que 7 milhões de mulheres em pré-menopausa com idade entre 35 e 55 anos sofram de sangramento excessivo (menorragia) e que 2,5 milhões de mulheres busquem tratamentos todos os anos.
Considerando-se que o fluxo menstrual médio dura de 3 a 8 dias, com uma perda sangüínea de 30 a 80 ml e o ciclo médio varia entre 24 e 34 dias. Podemos considerar como sangramento uterino anormal (SUA) a alteração em um ou mais destes parâmetros, podendo ser na quantidade, duração ou freqüência.
O sangramento uterino anormal (SUA) pode ser encontrado na literatura como:
• Hipermenorréia: sangramento prolongado e/ou quantidade excessiva;
• Hipomenorréia: fluxo e duração inferior à medida ou associação de ambos;
• Oligomenorréia: intervalo entre os ciclos acima de 35 dias;
• Metrorragia: sangramento uterino fora do período menstrual;
• Menometrorragia: sangramento que ocorre durante o período menstrual e fora dele.
Causas
O sangramento uterino anormal (SUA) pode ter múltiplas origens e pode ser classificado como:
• Orgânico: gravidez e suas complicações, distúrbios de coagulação, doenças sistêmicas ou uso de medicações que interferem com a ação hormonal ou com mecanismos de coagulação;
• Disfuncional: é a causa mais comum de sangramento uterino anormal (SUA), cuja origem se deve exclusivamente, a um estímulo hormonal inadequado sobre o endométrio.
Opção de tratamento
Até recentemente, a perspectiva era desanimadora para as mulheres sofrendo de sangramento uterino anormal (SUA), as opções eram poucas e com poucos resultados de sucesso. Tais como:
• Tratamento hormonal (medicamento);
• Dilatação & curetagem;
• Ablação endometrial convencional por vídeo histeroscopia;
• Histerectomia;
Com a recente introdução de tecnologias globais minimamente invasivas de ablação endometrial criou-se uma nova geração de alternativas para histerectomia e ablação com alça de ressecção. Algumas destas tecnologias podem ser realizadas em ambulatórios, centro cirúrgicos ou clinicas especializadas.
É uma alternativa comprovada, segura e eficaz à terapia hormonal e a histerectomia.
No Brasil atualmente temos dois métodos:
Ablação com balão térmico;
Ablação por rádio freqüência (Sistema NovaSure).
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